Esse texto foi originalmente publicado no blog guschaves.wordpress.com, por se tratar de um livro sobre empreendedorismo, optamos por publicá-lo aqui também, facilitando o acesso às pessoas que ainda não conhecem o blog guschaves.wordpress.com. Esperamos que goste da sinopse.

No blog citado o autor, colocou o desafio de ler um livro por mês, os livros são diversificados e a regra do desafio também está lá, confira.

Lá se foi o primeiro livro, que por sinal é muito bom. O primeiro de tudo é um livro cativante e de boa leitura, fiquei fascinado com quem é o João Paulo Pacífico e principalmente com a forma como ele decidiu a abrir a primeira empresa e logo as outras.

É acima de tudo um livro sobre empreendedorismo, muito do que li, tenho tentado adaptar ao meu dia-a-dia e ao meu escritório. A dissertação de como ele adaptou o escritório, criou hábitos bons e extinguiu ruins, alterou valores impostos, como por exemplo o RH, cujo nome usado pela Gaia é VIP (Valores Integrando Pessoas), demonstra a inovação de um sistema cruel.

João Paulo Pacífico, harmoniza uma persona empreendedora e ao mesmo tempo espiritualizada, o resultado não podia ser outro, um livro de exaltação ao próximo com dicas para melhorar o funcionamento da empresa.

Grifei milhares de partes, e fiz meu fichamento, nada melhor para aguardar os ensinamentos desse empreendedor. Me identifiquei com ele principalmente nos sonhos, amo/sou sonhar muito e com coisas grandiosas, não aceito que me imponham limites, esses só eu posso me colocar e vivo tentando romper os que coloquei.

O autor ainda cita os mais diversos autores e livros, que acabaram, por inspirar as suas ideias, práticas e hábitos que ele descreve minuciosamente em seu livro. Desde a criação da missão de seu grupo, até a construção e consolidação dos valores, passo a passo explicitado, como se o livro tivesse sido escrito desde o início da empresa.

A inspiração de João Paulo Pacífico, não podia ser outra, que não Richard Branson, o empresário dono do Grupo Virgin, que assim como a Gaia, iniciou com um ramo e abriu o leque atingindo as mais diversas áreas, desde empresas de telecomunicação até empresas de aviação e turismo espacial.

Após a leitura do livro, só posso desejar que João Paulo Pacífico, atinja seu objetivo e possa enfim ser o Richard Branson brasileiro, ou até mesmo inspirar alguém a sê-lo alavancando nosso país ao patamar que ele merece.

O próximo post, que sai depois de amanhã é sobre o novo livro que lerei no mês de agosto até setembro, farei outra postagem, para evitar que fique muito extensa e então se torne dispendiosa.